Rosa é a cor...

21 de agosto de 2017



Meus projetos literários atuais

18 de agosto de 2017

Para quem me acompanha há tempos, tanto aqui no blog como no canal do YouTube, - e para quem nota esse tipo de detalhe - sabe que eu gosto de fazer projetos de leitura; que aqui no menu acima era onde ficava uma aba com as explicações desses projetos. Pois bem, resolvi remover ali de cima pelo simples fato de que esse blog não é, nunca foi e não será apenas um blog literário. Então não via mais sentido ter tantos ~indícios~ aqui ou ali pelo layout que desse a entender que falo de livros muitas vezes na minha vida. Não precisava disso, pois o conteúdo aqui fala por si só (e temos o Skoob onde sempre atualizo minhas leituras; assim como o Filmow para filmes).

Com a remoção da página sobre os projetos, senti que, de qualquer maneira, precisava deixar registrado aqui em algum lugar sobre eles, pois eu ainda os estou fazendo e eles vão durar pelo resto da vida, ou até me cansar e desistir de algum ou de todos. Aí a razão de escrever esse post.

Uma pessoa que escreve

15 de agosto de 2017

Sabe o motivo de eu manter esse blog? Porque eu escrevo. É difícil largar hábitos. Escrever para mim é um hábito, e também um motivo. O motivo pelo qual eu me aguento (e imagino que meus amigos/familiares e você que me lê, aguentam também) reclamar de bloqueios criativos; do porquê eu ainda insisto em escrever algo que preste, mesmo às vezes sabendo que aquilo que escrevi, naquele momento, não está prestando para nada. Pelo motivo que eu me expresso melhor em palavras, pois uma coisa que eu preciso, de vez em quando, é tempo. Tempo para pensar no que dizer; tempo para formular as tantas palavras e frases que se misturam na cabeça, que por aquele momento não fazem sentido, mas que quando colocadas no papel (ou no caso aqui no editor) se transformam nos mais diversos sentimentos que habitam o meu ser.

HAIM = Girl Power

26 de julho de 2017

Adoro quando do nada me aparecem bandas que rola aquela paixão ~à primeira vista~. Adoro ainda mais quando são artistas mulheres, porque vocês sabem né, girl power é importante para quem é feminista, e quando a gente descobre mulheres talentosas em qualquer aspecto já dá aquela esperança de que as pessoas vão valorizar mais a arte (música, livros, filmes etc.) feita por mulheres.

O maravilhoso mundo de Child of Light

21 de julho de 2017

Se tem uma pessoa que pode falar de Child of Light com propriedade, essa pessoa sou eu. Sério. Não é falta de humildade não, é que eu terminei esse jogo - sendo que explorei ele ao máximo, cacei todos os tesouros, fiz todas as sidequests etc. - nada mais nada menos do que 15 vezes. Isso mesmo, 15! Então vou falar, não como uma pessoa que jogou uma vez e o achou lindo, vou falar como uma pessoa viciada conhecedora de cada cantinho desse jogo belo e interessante. Todavia, não revelarei muito do enredo nem de como o jogo desenvolve. Primeiro porquê não é novo (saiu em 2014); e segundo que a experiência fica melhor se você não conhece praticamente nada, assim como eu quando joguei a primeira vez. Então só falarei do básico mesmo, para apresentar essa história.

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