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A vista do meu lugar

Mudei de lugar. 
Quero dizer que sento na mesa da sala com meu notebook. 
Antes estava virada para a frente da janela da sacada. Agora eu estou de costas, mas, em compensação, quando me viro, tenho a visão das plantinhas recém colocadas ali; vejo o céu azul quando o dia está limpo; e um pouco do prédio da outra rua. 
É uma vista simples. Não tem nada de muito especial. Mas é uma vista que me passa algo de bom. Fico pensando em várias coisas que eu sinto sobre a simplicidade e o minimalismo, que às vezes acho que precisamos... Valorizo minha casinha e o que ela me proporciona. Esse é meu lugarzinho.

Enfim, é um lugar, uma vista que me traz paz. E eu gosto muito disso. :)




Luz e sombra

Ilustração: Kathrin Honesta
Alguns de nós convivemos com uma certa "entidade" durante a vida. Às vezes até duas. Aquela escuridão que assola nos momentos mais inoportunos. Pode acabar com algum momento de felicidade que tinha acabado de acontecer. Podemos chamar de noite sem fim. O tempo parece parar nesse desespero.

Essa noite, essa sombra... Não escolhemos carregar. Ela te engole aos poucos, te consome sem avisar. Não dói fisicamente (talvez, eventualmente, nos causamos alguma dor...), mas machuca tudo por dentro.

Não há muito o que fazer. Tentar, é só o que dá. Tentar caminhar. Tentar sorrir. Tentar viver.

É bem mais difícil do que pensam, mas parece que a maioria não entende. Não precisa entender, só queríamos compreensão. Um pouquinho de luz ajuda também. 

Pode aparentar que não estamos ligando pra nada, que nada agrada, que nada faz sentido. Contudo vocês não imaginam o esforço gigantesco que é se importar só um pouquinho quando essa sombra permanece aos nossos pés; quando ela cobre nossa visão e não enxergamos mais nada pela frente... É difícil tatear no escuro. Não tropeçar. É uma queda dura e triste.

Porém, não é necessariamente uma condição permanente. Essa "entidade" que nos abala, existe, mas pode haver uma força maior, alguém que vê com clareza pode ajudar.

É uma batalha entre luz e sombra. Ela acontece conosco, é cansativa, mas por isso eu acredito que há uma maneira de vencer.

Uma pequena estrela brilhante de esperança pode ser a salvação de amanhã.

Quem pode nos oferecer um pouco de luz?




Filmes que eu recomendo #6

De dois em dois anos (não é uma regra, é só esquecimento mesmo) venho aqui e recomendo três filmes que gosto muito com um tema em comum; falo um pouquinho deles e digo o motivo de gostar desses filmes. 
Nesse post, então, estou trazendo mais três filmes e o tema será histórias trágicas. E não se preocupem, não terá spoilers, por isso não deixem de ler a pequena sinopse que faço para que vocês se interessem por essas películas, hehe.

Nomeei o tema dessa forma por conta da história em si, mas assistam aos filmes para tirarem suas próprias conclusões. ;)


O folk americano de The Lumineers

Às vezes quando estou no YouTube vendo vídeos ele recomenda ali do ladinho algumas bandas que não conheço. Numa dessas ouvi The Lumineers - que até já tinha escutado antes, mas por algum motivo não os procurei mais. E, gente, que música gostosa de ouvir! Bem meu estilo de música pra relaxar. Na verdade não só, pra cantar e dançar também, já que adoro um indizinho folk.
Desde então estou viciada e ouço praticamente todo dia, hehe.

A banda virou um trio em 2010 quando a integrante Neyla Pekarek entrou para o grupo com Wesley Keith Schultz e Jeremiah Caleb Fraites. Porém eles estão na ativa desde 2005 (!!!). Começaram a se destacar mais na mídia quando a música Ho Hey apareceu em um episódio do seriado Hart of Dixie em 2011. Depois disso só ganharam popularidade e boas críticas.

O estilo de música é bem americano, até o sotaque mais sulista se pode notar; com elementos do folk e, claro, do rock. As inspirações deles variam de Bob Dylan a Beethoven, ou seja, bem diferentes entre si que complementam e fazem a banda até mais original.
Recomendo que escutem com atenção, pois acho que vocês podem se apaixonar, assim como eu. 😉

Algumas das minhas preferidas:
 
Oh, Ophelia, you've been on my mind girl like a drug
Oh, Ophelia, heaven help a fool who falls in love


So keep your head up, keep your love
Keep your head up, my love [x2]
Keep your head up, keep your love


If the sun don't shine on me today
If the subways flood and the bridges break

Jesus Christ can't save me tonight
Put on your dress, yes wear something nice
Decide on me, yea decide on us
Oh, oh, oh, Illinois, Illinois


Ships will rust in Baldwin Bay
(Let me go!)
No one trusts what I say
(I don't know!)
Oh my God, no one paid
(Attention!)
Overnight my hair turned gray
(Oh oh oh!)


1, 2, 3
I belong with you, you belong with me, you're my sweetheart
I belong with you, you belong with me, you're my sweet

(Ho!)
(Hey!)
(Ho!)
(Hey!)




Lá e de volta outra vez

Uma jornada, então, acaba. Como Bilbo, receamos sobre essa nova aventura. Pensamos muito antes de partirmos pela estrada. Lá no fundo temos um certo espírito aventureiro também e decidimos que seria uma aventura diferente. Pois bem, partimos. Pelo caminho tivemos aliados, e também alguns ~perigos~; chegamos à montanha, enfrentamos o dragão, pegamos o tesouro e agora faremos a volta para o Condado.

Voltar para casa é um alívio. As condições do Brasil não estão das melhores, mas é impossível não pensar em lar quando se fala do nosso país. Não me considero muito patriota. Embora essa relutância em ~admitir~ que gosto do Brasil, eu sentia falta de muitas coisas. Obviamente a principal delas era da família. Então poder voltar e abraçá-los é um respiro necessário.
Claro que sinto falta da comida brasileira (e gente, não temos do que reclamar, a comida brasileira é uma das melhores mesmo. Sério!), do nosso apartamento em SP (a sensação é de não pertencer a esse lugar, sabem?) etc. São coisas que na hora você acha que não vão fazer diferença, mas nossa como fazem!

Contudo, nesse momento estou com sentimentos conflitantes. Eu gostei do Chile, de Santiago; porém tenho minhas (muitas) ressalvas, ao mesmo tempo que sinto deixar para trás algumas coisas importantes (penso que são os amigos). Talvez seja só a sensação. Acho que eu esperava ficar mais tempo, adquirir mais experiência, mas está tudo bem. Me sinto mais sábia em alguns aspectos, por isso essa jornada foi bem importante. A visão de mundo que a gente tem morando em um lugar diferente do nosso é bem esclarecedora. Percebemos coisas que antes, por nunca termos saído do Brasil, a gente não percebia. Além de darmos mais valor ao lugar de onde viemos. Existem países maravilhosos para se viver, mas isso não quer dizer que o nosso seja de todo ruim; todos possuem algum defeito.

Então esse aprendizado faz a gente mudar muitas coisas da nossa percepção do mundo e de nós mesmos, o que é ótimo e realmente gratificante. Eu vejo isso como algo tão bonito pra vida, sabe? Hehe

Voltamos com a sensação de crescimento e, como eu disse, sabedoria. Ainda desejamos ter mais aventuras internacionais, mas por hora essa viagem foi bem interessante.
Esperamos que nossa volta seja algo apaziguador em nossos corações e que tudo, ao seu tempo, se resolve para nos sentimos confortáveis em nosso lugar novamente. :)




O que melhora meu humor

Sim, sou daquelas pessoas bem rabugentas e mal humoradas. Normalmente sou chata, mas tem momentos que eu fico de boa, com um sorriso no rosto o dia todo.
Fora Marcus, aka maridão, e os passeios que fazemos juntos, tem mais quatro coisas que me ajudam a melhor muito de humor.
São elas: 

F.R.I.E.N.D.S. Bom, é minha série preferida da vida, não tem como eu ficar de cara amarrada quando faço as loucas maratonas. Tenho assistido tudo de novo e, por isso, melhorado de humor.

Compra livros novos. Não interessa se estou em uma resseca literária da braba ou se tenho lido pouco, sempre vou ficar mais feliz quando comprar um livrinho lindo pra minha coleção. 😝

Foto/imagens de gatíneos e catioríneos fofinhos. Na verdade vale para bichinhos fofos em geral, mas gosto mais de gatos e cachorros. Sempre que vejo aqueles posts com, justamente, esse intuito, abro um grande sorrisão.

Chocolate. Claro que os meus preferidos (Milka, 50% pra mais de cacau, Ouro Branco e Shot) são ainda melhores, mas um docinho desses já ajuda muuuito meu humor, hehe.


Post meio que inútil, mas tava a fim de compartilhar isso aqui =B




Não julgue o livro pela capa (do filme)! #3

Olha só o post que voltou! Eu já fiz duas versões desse tema aqui no blog, um de 2012 e outro em 2013. São dois dos posts mais lidos aqui do Mundo de Morfeu, então achei que seria legal fazer um terceiro com mais algumas comparações de capas originais com as adaptações cinematográficas desses livros.

Hoje em dia até encontramos algumas capas de livros com uma jacket/luva com a capa do filme, e é tão mais apropriado quando é assim. Porque é só retirar essa luva com poster de filme e jogar fora. Pronto, fica a capa original que todo mundo gosta! Mas muitas editoras ainda preferem recolher as edições originais e substituí-las por capas comercias, deixando assim muitos leitores putos bravos, como eu fico.

Podemos notar claramente que a capa original é trocentas vezes melhor, porque essa arte é da própria Cornélia Funke, lembrando as antigas iluminuras. Pra mim um dos maiores problemas da capa do filme é ser poluída demais, com muita informação. E, bem, eu tenho problemas sérios com pessoas em capas, então é obvio que posters de filmes estampados assim são uma tortura pra mim. Até hoje não tive coragem de assistir ao filme de Coração de Tinta. Gostei muito do livro e tenho pra mim que o filme não vai ser nada perto dele.

Vou confessar que eu tive um certo preconceito com o livro Perdido em Marte, por isso acabei só assistindo ao filme; que gostei muito, aí atualmente eu tenho uma certa curiosidade com o livro. =P Essa capa degradê de alaranjada para o vermelho com o astronauta na frente é muito bem feita; pelo menos com o filme me passa essa atmosfera mesmo. E temos o mesmo caso do livro acima: a cara da pessoa estampada - tá que é o Matt Damon, mas não engulo.  

Com Ensaio Sobre a Cegueira não tive contado com nenhuma das obras, por querer ler o livro antes do filme e, justamente, enrolar para fazer a leitura. Não que a capa-filme seja feia, pois não é, mas depois desses projetos gráficos para os livros do Saramago que a Companhia das Letras fez, não acharia nenhuma outra capa digna. 

Tenho problemas com pessoa na capa, contudo não se aplica com animais. Então com A Bússola de Ouro não tenho nenhuma objeção. Aliás, eu acho essa capa muito bonitinha; os outros livros da série continuam com o mesmo projeto gráfico, ficou bem legal. A capa-filme é simplesmente ruim por ser capa de filme, porém ela não é horrível, não.

Nessa ocasião também assisti apenas ao filme (mas ao contrário de Perdido em Marte, não tenho interesse nenhum no livro Como eu era antes de você). Mais um caso de pessoas na capa. Fora isso não vejo muita coisa de errado; só um pouco com o photoshop meio exagerado. Já a original é fofinha, bem atrativa pra quem gosta desse gênero de livro.

Uma exceção?

Me pergunto se essa capa do filme é tão ruim assim. Eu realmente acho que não. Mas ela seria melhor que a original? Também não sei. Como disse, não tenho problemas com animais em capas, sejam elas de filmes ou originais. E tigres são criaturas bonitas, concordam? Acho que a coisa que mais me incomodou foi terem mudado o título. O filme ficou "aventuras" em vez de "vida". Não que esteja totalmente errada, mas o nome original é Life of Pi, não é?... Enfim, com essa capa-filme não tive problemas e vendo a original, não achei ela tão impactante como a com o tigre.

E vocês, o que acharam da capa exceção?


Gostei de escrever mais um post com esse tema, espero que tenham apreciado também. :)




Coisas favoritas atualmente

Prometi a mim mesma que ia escrever e dar mais atenção ao meu bloguinho, pois tenho um carinho imenso por ele. Num post, relativamente antigo, eu falei que ia escrever o que eu quisesse, como um blog old school, então é isso que estou tentando fazer com ele, hehe.

Vou listar aqui (porque acho que vocês tão sabendo, eu ADORO listas) 5 coisas que eu gosto/estou gostando muito. São coisas totalmente aleatórias e acho que são mais hábitos (ou estão se tornando) do que objetos concretos em si, mas enfim. 'Bora lá!

  • Jogar Pokémon Fire Red/Leaf Green como se não houvesse amanhã. Já terminei mais de 15 vezes esse jogo, fácil (até mais que Child of Light que terminei 15, assim, certinho). E ultimamente estou numa pira de jogar jogar jogar, sempre tentando coisas diferentes; times de pokémons diferentes, fazendo as coisas em ordem diferente (na medida do possível). Consegui pegar meu primeiro cão lendário. \o/ Nesse momento, jogar Pokémon tem sido uma espécie de terapia pra mim.
  • Ficar até tarde assistindo vídeos antigos do meu canal preferido do booktube. Depois de terminar o que tenho que fazer (isso à noite, depois de jantar e tal), sento no pc pra dar uma olhada na internet, quando tenho certeza de que não precisarei me levantar por um tempo, fico assistindo aos vídeos antigos desse canal, me deliciando e lembrando essa época, em que os canais literários eram mais autênticos... Também posso dizer que é meio como uma terapia.
  • Ler/visitar blogs bonitos dos quais gosto em sua própria página. Parece estranho o que falei, mas hoje com o advento dos leitores de feeds (The Old Reader, Bloglovin', Feedly etc.) muitas vezes nem entramos na página própria do blog das pessoas. E tem vários que valem tanto a pena a gente apreciar o trabalho do layout, seja porque deu trabalho, seja porque ficou muito bonito. Acho importante dar atenção ao conteúdo, mas a estética do blog, quando bem feita, é algo a se valorizar também. 
  • Procurar e planejar sobre meu guarda-roupa e estilo de maquiagem que estou usando. Explicando melhor: estou mudando aos poucos meu guarda, meu estilo, também nas maquiagens e tal, então tenho ficado um certo tempo olhando inspirações em vários sites, blogs, canais do YouTube. Pensei seriamente que isso ia afetar minha ansiedade, mas não, tem me feito bem pensar com calma e sem afobação sobre isso.
  • Mudar algumas coisas na minha alimentação. Estou me sentindo tão bem em dizer que parei, definitivamente, de beber Coca-Cola. Fiquei um mês e pouco sem tomar, aí dia desses resolvi dar uma bebericadas e achei bem ruim. Então não vou mais tomar \o/. Além disso, estou diminuindo o açúcar. Gostaria de de diminuir o café também, mas esse é mais complicado hehe. Também tenho tentando consumir mais comida 'de verdade', mesmo quando saímos pra comer fora. 

Alguma ou outra coisa pode parecer começo de um vício (jogar e ficar no YouTube, por exemplo), mas juro que não. É mais uma fase mesmo. Daquelas que preciso focar em outras coisas pra não ficar meio louca. =P

E aí, o que vocês tem feito de bom?