But first, coffee!

...ou uma Ode ao café.
Todo dia eu preciso acordar, fazer o que preciso no banheiro (caaalma, é escovar os dentes e colocar minhas lentes de contato), e partir para cozinha fazer o bendito café. Caso contrário, meu dia não começa e eu não tenho energia para mais nada durante.

Porque sem café eu não vivo (meio dramático, mas é verdade).

Tem pessoas que precisam de café, mas não dão bola, no geral, para ele; tem outras que tomam por puro costume; tem gente que detesta, que não pode nem sentir o cheiro e tem os que necessitam todo dia porque precisam e porque amam. E tem em quem o café não faz efeito, mas a pessoa TEM que tomar uma xícara, ao menos. Essa sou eu. 

Um tabletinho de chocolate ou uma coca-cola me mantem mais acordada do que o café. Deve ser porque meu corpo já acostumou com os níveis de cafeína do café no organismo, ou eu só tô viajando mesmo. Vai saber.

Mesmo assim, se não tomo café em algum dia, ele não vai ser o mesmo, não vai ser mágico. Quando tomo café é como se eu entrasse em um mundo mágico com unicórnios e fadas - e convenhamos que é mais ou menos esse efeito que ele dá em quem é viciado em cafeina mesmo, haha - então seria um dia um pouco menos colorido sem ele. É só imaginar um mundo utópico que vocês vão entender do momento que eu tomo meu lindo café.

Mas ok. Tem dias que é ele que me dá aquela puta dor de cabeça e a maldita azia.

Chá é uma opção? Sim, às vezes é. Normalmente o chá preto com leite, assim, bem inglês. xD

Entretanto, café é o amor da minha vida e preciso saber que há em casa, senão tenho um troço. Mais ou menos daquele nível, ficar em abstinência, roendo unhas e tremeliquenta. Não é bonito, não é aceitável. Por isso eu faço questão de ter máquina de café e uma xícara especial, só minha, para esse fim.

Contudo, nem sempre fui coffee lover. Acho que comecei a gostar de café depois dos 16-17 anos. E nem era tão fissurada como sou hoje. Eu gostava mesmo era de achocolatado, como Toddy, Nescau e Quick (quem lembra disso, gente?! Quick na latinha! Velhaaaaa). Café era só para dias que o chocolate já estava dando "aquele trato" na minha pele (pois adolescente com pele oleosa né? Intoxicava com chocolate e ficava com a pele horrorosa). Mas acho que meu corpo foi pedindo mais e mais cafeína, e olha no que deu, SOU A RORY!! Na verdade acho que estou mais para a Lorelai, mas deu para entender o que eu quis dizer, né?

Houve uma vez que eu percebi que não tinha café em casa e fiquei sem chão (mais drama, porém se não for assim não sou eu). Normalmente a gente ia no supermercado aos finais de semana, e era só lá que achava o café que eu queria (porque na esquina de casa, lá em São Paulo, tinha um minimercado que, obviamente, vendia café, mas não do que eu queria. Sim, sou enjoada desse jeito). Pronto, foi motivo para eu ficar nervosa, mal humorada, ranzinza (mais do que já sou)... Tudo o que eu queria era meu café e só o teria a partir de sábado! Isso porque ás vezes só íamos ao mercado no domingo (é pra morrer)! Estava subindo pelas paredes. Mas a história tem final feliz: consegui meu café e passei a nunca mais deixar que falte em casa, pois senão ela pode vir a baixo *insira aqui risada de vilã de novela mexicana*

E olhem só, aqui em Santiago achei uma outra marca de café que é bem melhor do que a que tomava no Brasil. SOU UMA PESSOA MAIS FELIZ!!
(ou eu que não procurei mais opções de café lá no Brasil, porque sou do tipo que compra sempre a mesma marca =P)



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